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    Descrição

    A Residência TernurAlecrim é uma instituição de referência localizada em Lisboa, dedicada ao cuidado e bem-estar dos seus utentes. Com um ambiente acolhedor e uma equipa dedicada de profissionais, a instituição oferece uma variedade de serviços e cuidados adaptados às necessidades individuais de cada residente.

    A Residência TernurAlecrim tem como principal objetivo proporcionar um ambiente seguro e confortável para os seus utentes. Com um máximo de 17 residentes, a instituição é capaz de oferecer um atendimento personalizado e atencioso, garantindo que cada pessoa receba a atenção necessária para uma qualidade de vida plena.

    A equipa da Residência TernurAlecrim é composta por profissionais experientes, incluindo médicos, enfermeiros, auxiliares de saúde e outros especialistas em cuidados geriátricos. Eles estão presentes 24 horas por dia para garantir que os utentes recebam os cuidados médicos e de enfermagem necessários, além de fornecer suporte emocional e social.

    Além dos cuidados médicos, a instituição oferece uma variedade de atividades recreativas e terapêuticas para estimular a mente e o corpo dos utentes. Atividades como jogos, terapia ocupacional, sessões de exercícios e eventos sociais são organizados regularmente para promover a interação social e o envelhecimento ativo.

    A Residência TernurAlecrim está situada na bela cidade de Lisboa, capital de Portugal. Com uma história rica, paisagens encantadoras e uma oferta cultural diversificada, Lisboa é um local ideal para proporcionar uma experiência enriquecedora aos seus habitantes. Você pode descobrir mais sobre a cidade visitando o artigo completo na Wikipedia sobre Lisboa.

    Para obter mais informações sobre a Residência TernurAlecrim, seus serviços e instalações, você pode visitar o site www.residenciasonline.pt. Lá você encontrará informações detalhadas sobre as opções de alojamento, serviços médicos, atividades e tudo o que precisa saber para tomar uma decisão informada.

    A Residência TernurAlecrim se destaca por sua abordagem individualizada e cuidadosa para atender às necessidades de cada utente. A instituição preza pela dignidade e respeito, garantindo que cada pessoa receba atenção personalizada e se sinta em casa. Os profissionais estão sempre disponíveis para ouvir as preocupações e necessidades dos utentes e de seus familiares, criando um ambiente acolhedor e familiar.

    A segurança dos utentes também é uma prioridade na Residência TernurAlecrim. A instituição possui instalações seguras e adaptadas para garantir a mobilidade e bem-estar dos residentes. Além disso, todas as medidas de segurança são seguidas rigorosamente para proporcionar tranquilidade e proteção aos utentes.

    A Residência TernurAlecrim orgulha-se de ser um local onde os utentes podem desfrutar de uma vida plena, cercados por cuidados profissionais e atenciosos. A instituição busca criar um ambiente caloroso e acolhedor, onde os utentes se sintam valor
    LISBOA

    Lisboa é uma cidade, um município, capital de Portugal e da Área Metropolitana de Lisboa. Tem uma área urbana de 100,05 km² e 545 796 habitantes[2] (densidade: 5 455,2 hab./km²) em 2021, sendo a maior cidade do país. Lisboa é o centro político de Portugal, sede do Governo e da residência do chefe de Estado. A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) tem a sua sede na cidade e é a capital mais a ocidente do continente europeu, na costa atlântica.

    Os limites administrativos da cidade coincidem com os do município, cujo território se subdivide em 24 freguesias. O estatuto administrativo da cidade foi originalmente concedido pelo ditador Júlio César enquanto município romano. O imperador acrescentou orgulhosamente à palavra “Olissipo”, que deu origem ao nome de Lisboa, a designação "Felicidade Júlia" (Felicitas Julia), em sua memória. Em 2021 residiam na Área Metropolitana de Lisboa, 2 870 208 pessoas,[2] sendo por isso a maior e mais populosa área metropolitana do país.

    Lisboa é considerada como cidade global devido à sua importância em aspectos financeiros, comerciais, mediáticos, artísticos, educacionais e turísticos.[3][4] É um dos principais centros económicos do continente europeu, graças a um progresso financeiro crescente favorecido pelo maior porto de contentores da costa atlântica da Europa[5] e mais recentemente pelo Aeroporto Humberto Delgado, que recebe mais de 20 milhões de passageiros anualmente (2015). Lisboa conta com uma rede de autoestradas e um sistema de ferrovias de alta velocidade (Alfa Pendular), que liga as principais cidades portuguesas à capital.[6] A cidade é a sétima mais visitada do sul da Europa, depois de Istambul, Roma, Barcelona, Madrid, Atenas e Milão, com 1 740 000 de turistas em 2009, tendo em 2014 ultrapassado a marca dos 3,35 milhões. A nível global, Lisboa foi a 35.ª cidade com maior destino turístico em 2015, cerca de 4 milhões de visitantes.[7] Em 2015, foi considerada a 11.ª cidade turística mais popular, à frente de Madrid, Rio de Janeiro, Berlim e Barcelona.[8] Em 2018 conquistou nos World Travel Awards os galardões de “Melhor Cidade Destino” e “Melhor Destino City Break” a nível mundial.[9]

    A região de Lisboa é a mais rica do país, com um PIB PPC per capita de 26 100 euros (4,7% maior do que o PIB per capita médio da União Europeia). A sua área metropolitana é a vigésima mais rica do continente, com um PIB-PPC no valor de 58 mil milhões de euros, o que equivale a cerca de 35% do PIB-PPC total do país.[10] Lisboa ocupa o 122.º lugar entre as cidades com maiores receitas brutas do mundo.[11] A maioria das sedes das multinacionais instaladas em Portugal encontram-se na região de Lisboa, a nona cidade do mundo com maior número de conferências internacionais.[12]

    Etimologia e gentílico
    Para Samuel Bochart, um francês do século XVII que se dedicou ao estudo da Bíblia, o nome Olissipo é uma designação pré-romana de "Lisboa" que remontaria aos Fenícios.[13] Segundo ele, a palavra “Olissipo” deriva de "Allis Ubbo" ou "Porto Seguro" em fenício, porto esse situado no Estuário do Tejo.[14] Não existe nenhum registo que possa comprovar tal teoria. Segundo Francisco Villar,[15][16] “Olissipo” seria uma palavra de origem tartessa sendo o sufixo ipo usado em territórios de influência Turdetano-Tartessica.[17] O prefixo "Oli(s)" não seria único visto estar associado a outra cidade lusitana de localização desconhecida, que Pomponius Mela dizia chamar-se "Olitingi".[18]

    Os autores da Antiguidade conheciam uma lenda que atribuía a fundação de Olissipo ao herói grego Ulisses,[19] provavelmente baseando-se em Estrabão:[20] Ulisses teria fundado em local incerto da Península Ibérica uma cidade chamada Olissipo (Ibi oppidum Olisipone Ulixi conditum: ibi Tagus flumen).[21][22] Posteriormente, o nome latino teria sido corrompido para "Olissipona". Ptolomeu deu a Lisboa o nome de "Oliosipon". Os Visigodos chamaram-na Ulishbon.[23] e os mouros, que conquistaram Lisboa no ano 714, deram-lhe em árabe o nome اليكسبونا (al-Lixbûnâ) ou ainda لشبونة (al-Ushbuna).[24]

    Na gíria popular, os naturais ou habitantes de Lisboa são chamados "alfacinhas". A origem da palavra é desconhecida. Supõe-se que o termo se explica pelo facto de existirem hortas nas colinas da primitiva cidade de Lisboa, onde verdejavam "plantas hortenses utilizadas na culinária, na perfumaria e na medicina", vendidas na cidade. A palavra alface provem do árabe e poderá indicar que o cultivo da planta começou aquando da ocupação da Península Ibérica pelos Muçulmanos. Há também quem sustente que, num dos cercos de que a cidade foi alvo, os habitantes da capital portuguesa tinham como alimento quase exclusivo as alfaces das suas hortas. O certo é que a palavra ficou consagrada e que os grandes da literatura portuguesa convencionaram tomar por alfacinha um lisboeta.[25]

    História
    Ver artigo principal: História de Lisboa
    Neolítico e fundação
    Em Lisboa encontram-se vestígios do Neolítico, Eneolítico e Neo-neolitico.[26] Durante o Neolítico, a região de Lisboa foi habitada por povos que também viveram neste período noutros espaços da Europa atlântica. Estes povos construíram vários monumentos megalíticos.[27] É ainda possível encontrar alguns dólmens[28] e menires[29] na atual área metropolitana. Situado no estuário do rio Tejo, o excelente porto de Lisboa tornou-a cidade ideal para abastecer de alimentos os navios que rumavam para as Ilhas do Estanho (actuais Ilhas Scilly) e para a Cornualha. O povo celta invadiu a Península no primeiro milénio a.C..[30] Graças a casamentos tribais com os povos ibéricos pré-romanos, aumentou significativamente na região o número de falantes da língua celta. O povoado pré-romano de Olissipo, com origem nos séculos VIII-VII a.C., assentava no morro e na encosta do castelo. A Olissipo pré-romana foi o maior povoado orientalizante de Portugal. Estima-se que a sua população rondasse entre 2 500 e 5 000 pessoas.[31] Olissipo seria um bom fundeadouro para o tráfego marítimo e para o comércio com os fenícios.[32][33]

    Achados arqueológicos fenícios debaixo dos claustros da Sé de Lisboa
    Achados arqueológicos sugerem que já havia trocas comerciais com os fenícios na região de Lisboa em 1 200 a.C.,[34] levando alguns historiadores a admitir que teriam habitado o que é hoje o centro da cidade, na parte sul da colina do castelo. Na praça de D. Luís, em Lisboa, foram localizados vestígios de um fundeadouro com mais de 2000 anos, remontando ao século I a.C. e ao V d.C., onde os navios ancoravam para fazer descargas e reparações e também para o trânsito de passageiros e carga.[35] Além de viajarem daí para o Norte, os fenícios também aproveitaram o facto de estarem na desembocadura do maior rio da Península Ibérica para fazerem comércio de metais preciosos com as tribos locais.[36] Outros importantes produtos aí comercializados eram o sal, o peixe salgado e os cavalos puros-sangue lusitanos, bem conhecidos na Antiguidade.[37]

    Recentemente (1990/94)[38] vestígios fenícios do século VIII a.C. foram encontrados sob a Sé de Lisboa. Não obstante, alguns historiadores modernos[39] consideram que a ideia da fundação fenícia é irreal, convictos que Lisboa era uma antiga civilização autóctone (chamada pelos romanos de ópido) que se limitava a estabelecer relações comerciais com os fenícios, o que explicaria a presença de cerâmicas e de outros artefactos com tal origem. Uma velha lenda refere que a cidade de Lisboa foi fundada pelo herói grego Odisseu (Ulisses),[carece de fontes] e que, tal como Roma, o seu povoado original era rodeado por sete colinas. Se todas as viagens de Ulisses através do Atlântico tivessem ocorrido como Théophile Cailleux as descreveu,[40] isso significaria que Ulisses fundou a cidade vindo do Norte, antes de dar a volta ao Cabo Malea, (que Cailleux diz ser o Cabo de São Vicente), na sua viagem para Sudeste, rumo a Ítaca. No entanto, a presença dos fenícios, mesmo ocasional, é anterior à presença helénica neste território. Posteriormente, o nome grego da cidade teria sido corrompido em latim para Olissipona. Outros deuses pré-romanos da Lusitânia[carece de fontes] são Araco, Carióceco, Bandua e Trebaruna.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Lisboa

    www.residenciasonline.pt

     

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